sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Ouro Preto 13 de novembro de 2008


23:00 e ninguém. O CAEM vazio. Aquela acústica louca.... A expectativa era de casa cheia. E foi mesmo. O público chegou somente por volta das três. E o show começou às 03:30. Depois que O DJ tocou uma música do Victor e Léo em versão eletrônica eu me encarreguei de mudar o curso da história com um pouco de Eletro Rock. A fórmula funcionou e o público acompanhou. Tirando aquela acústica doida e umas mexidas atrevidas do técnico o show foi fluindo. Não tinha nem máquina de fumaça. Alguns canhões, e a mesa de luz queimada pois um inteligente ligou-a em 220 volts. A mesa fritou, e eu descobri a fritada 220 só depois do show; durante eu nem notei pois mesmo sem fumaça a luz ficou bacana demais. Terminado o show o Áureo me disse que fez a luz só puxando e repuxando as tomadas dos canhões – isso é que sangue nos óio!!! Uma mulher muito doida subiu na lateral do palco e ficou dançando – mas não incomodou e o Ney deixou-a lá até o fim do show. Um sanduíche antes e outro depois. Coca-cola. E mais uma missão cumprida. Tocar para essa moçada de república é sempre muito bom.
Dormimos na TX, num quarto meio mofado e com umas roupas de cama usadas mas rolou de descansar. O Áureo foi embora no primeiro ônibus por causa da tia doente. A equipe ficou desfalcada mas seguimos viagem no dia seguinte. Lá fomos nós. O sistema é bruto!

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